sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
domingo, 21 de janeiro de 2007
Acordar
Acordar da cidade de Lisboa, mais tarde do que as outras,
Acordar da Rua do Ouro,
Acordar do Rocio, às portas dos cafés,
Acordar
E no meio de tudo a gare, que nunca dorme,
Como um coração que tem que pulsar através da vigília e do sono.
Toda a manhã que raia, raia sempre no mesmo lugar,
Não há manhãs sobre cidades, ou manhãs sobre o campo.
À hora em que o dia raia, em que a luz estremece a erguer-se
Todos os lugares são o mesmo lugar, todas as terras são a mesma,
E é eterna e de todos os lugares a frescura que sobe por tudo.
Uma espiritualidade feita com a nossa própria carne,
Um alívio de viver de que o nosso corpo partilha,
Um entusiasmo por o dia que vai vir, uma alegria por o que pode acontecer de bom,
São os sentimentos que nascem de estar olhando para a madrugada,
Seja ela a leve senhora dos cumes dos montes,
Seja ela a invasora lenta das ruas das cidades que vão leste-oeste,
Seja
A mulher que chora baixinho
Entre o ruído da multidão em vivas...
O vendedor de ruas, que tem um pregão esquisito,
Cheio de individualidade para quem repara...
O arcanjo isolado, escultura numa catedral,
Siringe fugindo aos braços estendidos de Pã,
Tudo isto tende para o mesmo centro,
Busca encontrar-se e fundir-se
Na minha alma.
Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.
Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.
Dá-me lírios, lírios
E rosas também.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também,
Crisântemos, dálias,
Violetas, e os girassóis
Acima de todas as flores...
Deita-me as mancheias,
Por cima da alma,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Meu coração chora
Na sombra dos parques,
Não tem quem o console
Verdadeiramente,
Exceto a própria sombra dos parques
Entrando-me na alma,
Através do pranto.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Minha dor é velha
Como um frasco de essência cheio de pó.
Minha dor é inútil
Como uma gaiola numa terra onde não há aves,
E minha dor é silenciosa e triste
Como a parte da praia onde o mar não chega.
Chego às janelas
Dos palácios arruinados
E cismo de dentro para fora
Para me consolar do presente.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Mas por mais rosas e lírios que me dês,
Eu nunca acharei que a vida é bastante.
Faltar-me-á sempre qualquer coisa,
Sobrar-me-á sempre de que desejar,
Como um palco deserto.
Por isso, não te importes com o que eu penso,
E muito embora o que eu te peça
Te pareça que não quer dizer nada,
Minha pobre criança tísica,
Dá-me das tuas rosas e dos teus lírios,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Álvaro de Campos
Acordar da Rua do Ouro,
Acordar do Rocio, às portas dos cafés,
Acordar
E no meio de tudo a gare, que nunca dorme,
Como um coração que tem que pulsar através da vigília e do sono.
Toda a manhã que raia, raia sempre no mesmo lugar,
Não há manhãs sobre cidades, ou manhãs sobre o campo.
À hora em que o dia raia, em que a luz estremece a erguer-se
Todos os lugares são o mesmo lugar, todas as terras são a mesma,
E é eterna e de todos os lugares a frescura que sobe por tudo.
Uma espiritualidade feita com a nossa própria carne,
Um alívio de viver de que o nosso corpo partilha,
Um entusiasmo por o dia que vai vir, uma alegria por o que pode acontecer de bom,
São os sentimentos que nascem de estar olhando para a madrugada,
Seja ela a leve senhora dos cumes dos montes,
Seja ela a invasora lenta das ruas das cidades que vão leste-oeste,
Seja
A mulher que chora baixinho
Entre o ruído da multidão em vivas...
O vendedor de ruas, que tem um pregão esquisito,
Cheio de individualidade para quem repara...
O arcanjo isolado, escultura numa catedral,
Siringe fugindo aos braços estendidos de Pã,
Tudo isto tende para o mesmo centro,
Busca encontrar-se e fundir-se
Na minha alma.
Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.
Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.
Dá-me lírios, lírios
E rosas também.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também,
Crisântemos, dálias,
Violetas, e os girassóis
Acima de todas as flores...
Deita-me as mancheias,
Por cima da alma,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Meu coração chora
Na sombra dos parques,
Não tem quem o console
Verdadeiramente,
Exceto a própria sombra dos parques
Entrando-me na alma,
Através do pranto.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Minha dor é velha
Como um frasco de essência cheio de pó.
Minha dor é inútil
Como uma gaiola numa terra onde não há aves,
E minha dor é silenciosa e triste
Como a parte da praia onde o mar não chega.
Chego às janelas
Dos palácios arruinados
E cismo de dentro para fora
Para me consolar do presente.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Mas por mais rosas e lírios que me dês,
Eu nunca acharei que a vida é bastante.
Faltar-me-á sempre qualquer coisa,
Sobrar-me-á sempre de que desejar,
Como um palco deserto.
Por isso, não te importes com o que eu penso,
E muito embora o que eu te peça
Te pareça que não quer dizer nada,
Minha pobre criança tísica,
Dá-me das tuas rosas e dos teus lírios,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Álvaro de Campos
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
...de volta à música!
A partir de agora a música vai fazer, mais do que nunca, parte deste blog.
Esta disponível a minha “radio on-line”!
Qualquer reclamação referente à playlist é só dizer... lol
Muitas mais músicas haveria para colocar aqui...
Espero que gostem das minhas escolhas!
Esta disponível a minha “radio on-line”!
Qualquer reclamação referente à playlist é só dizer... lol
Muitas mais músicas haveria para colocar aqui...
Espero que gostem das minhas escolhas!
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Uma música para ouvir vezes sem conta...
hoje o céu está mais azul
eu sinto
fecho os olhos,
mesmo assim
eu sinto
o meu corpo estremecer
não consigo adormecer
Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim
é uma espécie de dor
hoje o céu está mais azul
eu sinto
olho à volta,
mesmo assim
eu sinto que este amor vai acabar
e a saudade vai voltar
Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim
é uma espécie de dor
já não sei o que esperar
dessa vida fugidia
não sei como explicar
mas é mesmo assim o Amor
"Rosa" de Rodrigo Leão
eu sinto
fecho os olhos,
mesmo assim
eu sinto
o meu corpo estremecer
não consigo adormecer
Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim
é uma espécie de dor
hoje o céu está mais azul
eu sinto
olho à volta,
mesmo assim
eu sinto que este amor vai acabar
e a saudade vai voltar
Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim
é uma espécie de dor
já não sei o que esperar
dessa vida fugidia
não sei como explicar
mas é mesmo assim o Amor
"Rosa" de Rodrigo Leão
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
...
“A vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela. E quando todas as laranjas caírem, apanha-as com cuidado, guarda-as num cesto e muda de profissão.”
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
A voz do cidadão...
... neste caso a minha!
Há uns tempos mudei de papel... Passei de entrevistador a entrevistado.
O tema do programa do Provedor era desta vez a RTP Internacional...
*As opiniões na primeira pessoa,
(clique aqui)
mms://195.245.176.20/rtpfiles/videos/auto/vozcidadao/vozcidadao_1_09122006.wmv
Há uns tempos mudei de papel... Passei de entrevistador a entrevistado.
O tema do programa do Provedor era desta vez a RTP Internacional...
*As opiniões na primeira pessoa,
(clique aqui)
mms://195.245.176.20/rtpfiles/videos/auto/vozcidadao/vozcidadao_1_09122006.wmv
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
sábado, 25 de novembro de 2006
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
Évora

Muito se falou na “nomeação” de Guimarães a Capital Europeia da Cultura para 2012... A questão é: E Évora??
Este sábado, a cidade museu comemora o 20º aniversário como Património da Humanidade... Vieram a público declarações de membros da UNESCO que apontam Évora como um excelente exemplo de preservação de património...
Na Internet multiplicam-se as notícias sobre a efeméride e os famosos comentários dos leitores.... e é com tristeza que encontro “barbaridades monstras” sobre esta cidade!
Pode ler-se em vários comentários de ditos eborenses que esta cidade não tem capacidade para nada... Qto mais para ser Capital Europeia da Cultura..
Ora, qto a mim, seria excelente!!!
É verdade que, como pude ler em alguns comentários, Évora “morre” à noite e aos fins-de-semana e que muita desta gente acaba por ir gastar os seus euros em Badajoz ou em Lisboa... Mas se isso acontece, na minha modesta opinião, deve-se em GRANDE parte
aos quase 30 anos de domínio comunista onde tudo o que era "evolução" era posto de parte!
É claro que não espero (JAMAIS) que os mesmos tenham capacidade para admitir... Mas verdade é que esta cidade esteve, tempo demais, parada no tempo!!!
Como eborense que sou compete-me agora acreditar que melhores dias virão e acreditar no futuro desta bela e única cidade!!
Os que hoje fazem oposição (má por sinal) há uns anos estiveram na frente da autarquia e deixaram esta cidade parada no tempo onde só prevaleciam as tradições comunistas! Hoje felizmente as coisas mudaram!
Sou o primeiro a orgulhar-me da minha linda cidade e recomendo todos a visita-la! Há mtas arestas a limar... mas estamos cá pra melhorar o nosso mundo e não pra criticar td o q se faz, tal como fazem os "senhores" que perderam as eleições ha coisa de 5 anos atras!!!!
... Há mtas mentalidades que precisam de mudar!!!!!!!!!
Bruno
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Rui Veloso - O prometido e devido
Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha
Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e tranças
Popeline seda e ganga
Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido
Dessa vez tu não cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso não se faz
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
O prometido é devido
Rompi eu as minhas calças
Esfolei mãos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montão de cacos velhos
Eu que vinha de tão longe
( do outro lado da rua )
Fazia o que tu quisesses
Só para te poder ver nua
Quero já os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tão cedo não terás novas minhas
Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha
Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e tranças
Popeline seda e ganga
Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido
Dessa vez tu não cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso não se faz
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
O prometido é devido
Rompi eu as minhas calças
Esfolei mãos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montão de cacos velhos
Eu que vinha de tão longe
( do outro lado da rua )
Fazia o que tu quisesses
Só para te poder ver nua
Quero já os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tão cedo não terás novas minhas
domingo, 12 de novembro de 2006
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Maior palavra da língua portuguesa
Longe vão os tempos em que olhávamos para a palavra "otorrinolaringologista" com alguma estranheza... Achávamos então que seria uma palavra complexa e pronuncia-la era exercício comum entre os mais novos...
Por falar em palavras complexas até poderia dizer que “oftalmotorrinolaringologista” ou mesmo “anticonstitucionalissimamente” são as maiores palavras em língua portuguesa. MAS NÃO!!!
“Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” é mesmo a maior palavra na nossa língua!
Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose é uma doença rara causada pela aspiração de microscópicas partículas de cinzas vulcânicas.
A palavra actual e resumida para tal enfermidade é pneumoconiose.
O portador da doença é chamado de "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico", sendo esta a maior palavra da língua portuguesa, com 46 letras.
Ela ganhou registro oficial pela primeira vez em 2001, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Pneumonoultramicroscopicsilicovolcanoconiosis, o nome da doença em inglês, é a maior palavra do idioma, com 45 letras
Já agora fiquem a saber:
Pneumo: Pulmão
ultra: Além
microscópio: muito pequeno
sílico: vem de silício, elemento químico presente no magma vulcânico
vulcano: vindo do vulcão
coniose: doença causado pela inalação de pós em suspensão no ar
(* será que alguns dos meus colegas e amigos da rádio se atrevem a pronuncia-la no ar??? :) lolol
Por falar em palavras complexas até poderia dizer que “oftalmotorrinolaringologista” ou mesmo “anticonstitucionalissimamente” são as maiores palavras em língua portuguesa. MAS NÃO!!!
“Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” é mesmo a maior palavra na nossa língua!
Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose é uma doença rara causada pela aspiração de microscópicas partículas de cinzas vulcânicas.
A palavra actual e resumida para tal enfermidade é pneumoconiose.
O portador da doença é chamado de "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico", sendo esta a maior palavra da língua portuguesa, com 46 letras.
Ela ganhou registro oficial pela primeira vez em 2001, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Pneumonoultramicroscopicsilicovolcanoconiosis, o nome da doença em inglês, é a maior palavra do idioma, com 45 letras
Já agora fiquem a saber:
Pneumo: Pulmão
ultra: Além
microscópio: muito pequeno
sílico: vem de silício, elemento químico presente no magma vulcânico
vulcano: vindo do vulcão
coniose: doença causado pela inalação de pós em suspensão no ar
(* será que alguns dos meus colegas e amigos da rádio se atrevem a pronuncia-la no ar??? :) lolol
domingo, 5 de novembro de 2006
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
... hoje
Há dias em que mais vale a pena ficar deitado na cama...
Passar o dia a fazer o que não se gosta; ouvir aquilo que não se quer; ir onde não deseja; acabar por dizer aquilo que não é justo; receber más notícias ...
Depois de uma dia destes acabamos sempre por descarregar em cima daqueles que mais gostamos e que nada têm a ver com os nossos (ditos) problemas... Infelizmente é sempre assim... Dá pra entender????
Foi assim esta minha quarta-feira, 1 de Novembro de 2006.
Dará para apagar do calendário??
Passar o dia a fazer o que não se gosta; ouvir aquilo que não se quer; ir onde não deseja; acabar por dizer aquilo que não é justo; receber más notícias ...
Depois de uma dia destes acabamos sempre por descarregar em cima daqueles que mais gostamos e que nada têm a ver com os nossos (ditos) problemas... Infelizmente é sempre assim... Dá pra entender????
Foi assim esta minha quarta-feira, 1 de Novembro de 2006.
Dará para apagar do calendário??
Brunus
«Trata-se de uma pessoa calma e diplomática, que consegue tudo o que deseja pela capacidade de convencer, nunca pela força.
A liderança que revela vem mais da sua capacidade de analisar correctamente cada situação do que de um talento inato.
Prima pela incoerência e tenta conciliar os seus ideais com a realidade que o rodeia, o que nem sempre é fácil. Todavia é um dos poucos que consegue resolver este paradoxo.
Dono de um pensamento analítico e profundo, não cede às soluções fáceis, factor que o resguarda dos azares da vida. Convicto e perseverante, não se deixa abalar pelo infortúnio, podendo muitas vezes atingir o sucesso.»
Heis aquilo que é dito como as características do meu nome.
Bruno - nome que vem do latim “brunus” ou do germânico “brun”, que em ambos os casos significa moreno
A liderança que revela vem mais da sua capacidade de analisar correctamente cada situação do que de um talento inato.
Prima pela incoerência e tenta conciliar os seus ideais com a realidade que o rodeia, o que nem sempre é fácil. Todavia é um dos poucos que consegue resolver este paradoxo.
Dono de um pensamento analítico e profundo, não cede às soluções fáceis, factor que o resguarda dos azares da vida. Convicto e perseverante, não se deixa abalar pelo infortúnio, podendo muitas vezes atingir o sucesso.»
Heis aquilo que é dito como as características do meu nome.
Bruno - nome que vem do latim “brunus” ou do germânico “brun”, que em ambos os casos significa moreno
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