quinta-feira, 31 de maio de 2007

Saí a tempo!! - Kemet vai dispensar entre 150 a 170 trabalhadores



A empresa de componentes electrónicos, Kemet Electronics Portugal, vai dispensar entre 150 a 170 trabalhadores da fábrica de Évora, de acordo com o Sindicato das Industrias Metalurgias e Afins (SIMA). A empresa deverá concluir este processo até Setembro e estão a oferecer 1,5 mês por cada ano de trabalho.

Segundo o sindicato, "os trabalhadores ainda não foram informados oficialmente". Neste momento, "a empresa está a começar a falar com as pessoas que lhe interessam despedir".

terça-feira, 22 de maio de 2007

... vale a pena ver e pensar

Tomei a liberdade de roubar este post do blogue da Aldina - a morar em www.coisassimples.blogspot.com

O comentário ao discurso desta criança fica por vossa conta...

Obrigado Aldina!

A minha mais recente aquisição:

terça-feira, 15 de maio de 2007

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Vai chover de novo,
deu na tv que o povo já se cansou de tanto o céu desabar,
E pede a um santo daqui que reza a ajuda de Deus,
mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim,

Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar,
Não faz assim, não vá pra lá, meu coração vai se entregar à tempestade


Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?

Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem,
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar,

Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha tv que eu vou de vez,

Não há porque chorar por um amor que já morreu,
Deixa pra lá, eu vou, adeus.
Meu coração já se cansou de falsidade

segunda-feira, 7 de maio de 2007

...




Vira-te
e cheira o que não vês
Fecha os olhos...
Está tão claro

Aqui está o espelho
por trás há uma tela
em ambos os caminhos tu não podes entrar

Não penses duas vezes antes de ouvir teu coração
Segue o rastro de um novo começo

O que tu precisas
e tudo o que tu sentes
são apenas perguntas do dia

no centro da tempestade
podes ver um solitário pombo
A experiência de sobrevivência é a chave
para a gratidão do amor

(...)

Tenta pensar sobre isso
essa é hipótese de viver a vida e descobrir
o que é isso
o que é a gratidão do amor

Olha por toda a parte, há apenas pessoas
Podes ouvir as vozes delas?
Acha aquele que te guiará
para os limites de tua escolha

Mas se estiveres no centro da tempestade
pensa apenas no pombo solitário
A experiência de sobrevivência é a chave
para a gratidão do amor


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domingo, 29 de abril de 2007

censurada pelo governo americano


Texto do rodapé: “2863 pessoas morreram. 824 milhões de crianças passam fome em todo o mundo. O mundo uniu-se contra o terrorismo. Já se deveria ter unido contra a fome”.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

...continuando o tema anteiror, é importante frisar que:

Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele

Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante

Há amor de inverno
Amor de verao
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue, bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca, nunca tocado

Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso

Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada, mas nada
Te faz contente, me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca, talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

Há amor de certezas
Que não trará dor
Amor que afinal
é amor,
Sem amor

O amor é tudo,
Tudo isto
E nada disto
Para tanta gente

É acabar de maneira igual
E recomecar
Um amor diferente

Sempre, para sempre
Para sempre


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segunda-feira, 23 de abril de 2007

O último romântico….


Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.

Miguel Esteves Cardoso in Expresso

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Não é nada


Não é nada.

Aliás, não é nada, não. Não posso dizer que não é nada. Se não fosse nada, não falava disso, não pensava nisso. Não é nada, não. Só que não sei que seja.

Não é nada como o que senti por ti no Passado; mas, vendo bem... também não és tu. É outra pessoa, totalmente diferente de ti. Ou pelo menos diferente de ti o suficiente para não me magoar - não do modo que tu me magoaste.

Mas não é nada, não; não é nada comparado com tudo o que vivi contigo. E tudo isso é o que me faz hoje ter medo de deixar esse nada transformar-se em algo - e perder o controlo de mim, do meu mundo meticulosamente organizado e perfeito na sua mediania dourada.

Não, não é nada. Não é mesmo nada. Não pode ser.

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- Uma caixa de sapatos na web

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Senhas...

...Eu não gosto do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto

Eu aguento até rigores
Eu não tenho pena dos traídos
Eu hospedo infratores e banidos

Eu respeito conveniências
Eu não ligo pra conchavos
Eu suporto aparências
Eu não gosto de maus tratos

Mas o que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto

Eu aguento até os modernos
E seus segundos cadernos
Eu aguento até os caretas
E suas verdades perfeitas

O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto

Eu aguento até os estetas
Eu não julgo a competência
Eu não ligo para etiqueta
Eu aplaudo rebeldias
Eu respeito tiranias
Eu compreendo piedades
Eu não condeno mentiras
Eu não condeno vaidades

O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto do bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto

Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem…


domingo, 8 de abril de 2007

300

Não só pelo sucesso mas também pela polémica já causada, “300” parece ser o filme da temporada.
Apontado por muitos por falta de rigor histórico o filme com cerca de duas horas de duração relata a Batalha das Termópilas, no ano 480 a.C., quando três centenas de soldados espartanos, liderados pelo rei Leónidas (interpretado pelo escocês Gerard Butler), conseguiu travar o imponente exército persa (até dois milhões de soldados), conduzido pelo rei Xerxes (Rodrigo Santoro). Apesar de aniquilados, os espartanos permitiram a reorganização das tropas gregas e, no fundo, a salvação de Atenas e da sua democracia.

Um filme “duro” que me surpreendeu (muito) pela positiva!!!


quinta-feira, 5 de abril de 2007

M80 rádio


Mais uma rádio com GRANDES músicas!

Já começaram as emissões regulares da nova estação da Media Capital Radios, a M80, que vem ocupar o lugar que ficou vago com a mudança do RCP.

Igual, em quase tudo, à homóloga espanhola do grupo PRISA, a M80 incluirá grandes êxitos da música das décadas de 70, 80 e 90.

Com emissores em Lisboa, Porto, Coimbra e Santarém, resta-nos agora (a nós alentejanos) que se lembrem que também temos saudades das músicas do velhinho RCP! – Falo por mim!!

Até lá, vale a pena ouvir pela net em www.m80.clix.pt

segunda-feira, 26 de março de 2007

Como nossos pais

Não quero lhe falar, meu grande amor
Das coisas que aprendi nos discos
Quero lhe contar como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo

Viver é melhor que sonhar
E eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa

Por isso cuidado, meu bem, há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal está fechado pra nós que somos jovens
Para abraçar seu irmão e beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço, o seu lábio e a sua voz

Você me pergunta pela minha paixão
Digo que estou encantado como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade, não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração

Já faz tempo eu vi você na rua cabelo ao vento gente jovem reunida
Na parede da memória essa lembrança é o quadro que dói mais
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo que fizemos
Ainda somos os mesmos e vivemos
Como nossos pais

Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não se enganam, não
Você diz que depois deles não apareceu mais ninguém
Você pode até dizer que tou por fora ou então que tou inventando
Mas é você que ama o passado é que não vê
É você que ama o passado é que não vê
Que o novo sempre vem

Hoje eu sei que quem deu me deu a idéia de uma nova consciência e juventude
Está em casa guardado por Deus contando vil metal
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo tudo o que fizemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Ainda somos os mesmos e vivemos
Como os nossos pais



*Belchior

quinta-feira, 22 de março de 2007

OBRIGADO!

...com um sorriso na cara.
Foi assim que fiquei esta quarta-feira à noite qdo me preparam uma surpresa...
Como no dia do meu aniversário não estava por terras portuguesas, os meus "mega-ri-fixes" migos prepararam aqui pro Je uma festa surpresa...

Amei!!!!!!!!!!!! Nao irei esquecer!!!!!!!!

quinta-feira, 15 de março de 2007

Um DVD fantastico!!!!!!!!

Segundo - de Maria Rita começa com um show antológico gravado no Claro Hall, Rio de Janeiro, no dia do meu aniversário - 18 de Março. Nele, Maria Rita passeia pelo seu repertório e emociona todos com seus maiores sucessos. São 19 canções, entre elas hits como "A festa", "Cara valente", "Recado", "Encontros e despedidas" e "Caminho das águas", além, de 2 inéditas na voz da artista: "Todo carnaval tem seu fim", anteriormente gravada pelo Los Hermanos e "O que sobrou do céu", clássico do repertório d´o Rappa.


Segundo - Ao vivo também conta com 9 canções do CD Segundo, gravadas de forma mais intimista na Toca do Bandido, estúdio no Rio de Janeiro onde Maria Rita gravou os seus 2 CDs. Os extras também contam um pouco da história das gravações (Fazendo Segundo), além de mostrar o videoclipe da música "Feliz" e da música "Santa Chuva", um tema fenomenal que podem aqui ver e ouvir:

domingo, 4 de março de 2007

...o retorno à inocência

Amor ... devoção ...
Sentimento ... emoção...
Não tenhas medo por ser fraco
Não tenhas tanto orgulho por ser forte

Olha para dentro do coração, meu amigo
Esse será o retorno a ti mesmo
O retorno à inocência

Se queres, então começa a rir
Se deves, então começa a chorar
Sê tu mesmo não te escondas
Apenas acredita no destino

Não te importes com o que os outros dizem
Segue o teu próprio caminho
Não desistas e usa a hipótese
Para retornar à inocência

Esse não é o começo do fim
Esse é o retorno a ti mesmo
O retorno à inocência

quinta-feira, 1 de março de 2007

Caçador de sóis

Pelo céu às cavalitas escondi nos teus caracóis a estrela mais bonita que eu já vi
Eu cresci com um encanto de ser caçador de sois
Eu já corri tanto tanto para ti

Fui um príncipe encantado
Montado nos teus joelhos
Um eterno namorado a valer

Lancelote de algibeira
Mas segui os teus conselhos
Para voltar á tua beira e ser o que eu quiser

Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela

Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

... palavras que tocam


Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P'ra não chegar tarde

Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
Mas porque é que eu recuso
Quem quer dar-me a mão

Vou continuar a procurar
A quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só:
Quero quem quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi

Esta insatisfação
não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder

Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P'ra outro lugar

Vou continuar a procurar
A minha forma
O meu lugar
Porque até aqui eu só:
Estou bem aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
Estou bem aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou