domingo, 28 de dezembro de 2008

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Pequenas Verdades


No meu deserto de água
Não havia luz para te olhar
Tive que roubar a lua
Para te poder iluminar

Quando iluminei o teu rosto
Fez-se dia no meu corpo
Enquanto eu te iluminava
Minha alma nascia de novo

São as pequenas verdades
As que guiam o meu caminho
Verdades brancas
Como a manhã
Que abre a janela do nosso destino
Como o teu olhar
Quando tu me olhas
Como a tua lembrança
Depois de partires

É verdade que a sombra do ar me queima
E é verdade que sem ti eu morro de pena

Misteriosa era a tua boca
Misterioso o meu lamento
Mas não se o nosso amor de primavera
Foi mentira ou uma paixão verdadeira

Quando a solidão regresse
Cega de amor irei até à morte
As verdades só existem pelos recantos da mente
Essa pequenas verdades que giram o meu caminho

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

SONHO


Quem contar
Um sonho que sonhou
Não conta tudo o que encontrou
Contar um sonho é proibido

Eu sonhei
Um sonho com amor
E uma janela e uma flor
Uma fonte de água e o meu amigo
E não havia mais nada...
Só nós, a luz, e mais nada...
Ali morou o amor

Amor que trago em segredo
Num sonho que não vou contar
E cada dia é mais sentido

Amor,
Eu tenho amor bem escondido
Num sonho que não sei contar
E guardarei sempre comigo

Composição: Pedro Ayres Magalhães

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

...

Abre os teus armários
Eu estou a te esperar
para ver deitar o sol
sob os teus braços castos
Cobre a culpa vã
até amanhã eu vou ficar
e fazer do teu sorriso um abrigo

Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim
qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais

Vale o meu pranto
que esse canto em solidão
Nessa espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela
primavera quer entrar
pra fazer da nossa voz uma só nota.

Canto que é de canto que eu vou chegar
Canto e toco um canto que é pra te encantar
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
que explique a minha paz
Tristeza nunca mais...


Não sei responder... não sei explicar ... :)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

apetece-me!

Podes vir a qualquer hora
Cá estarei para te ouvir
O que tenho para fazer
Posso fazer a seguir

Podes vir quando quiseres
Já fui onde tinha de ir
Resolvi os compromissos
agora só te quero ouvir

Podes-me interromper
e contar a tua história
Do dia que aconteceu
A tua pequena glória
O teu pequeno troféu

Todo o tempo do mundo
para ti tenho todo o tempo do mundo
Todo o tempo do mundo


...

Agora em tudo o que faço
O tempo é tão relativo
Podes vir por um abraço
Podes vir sem ter motivo
Tens em mim o teu espaço

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

...like a rose among thorns

From a simple prayer
That began as a whisper in a quiet place
A dream can inspire the world
A voice echo far away
The wind can take our thoughts
From the wasteland where we walk
Into a pure land
As heroes proudly stand
Like a rose among thorns

From a simple act
That began in the corner of an unlit place
A vision embraces the world
A million candles blaze
We rise above ourselves
With a dignity somehow
Reach that Promised Land
As heroes proudly stand
Like a rose that grows
In spite of it all
A simple rose among thorns

In every lifetime we find a heart
That lights a spark in the eyes of the weary
Who can lead me to a greater love
Show there's good in us

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

este friozinho...

Gosto de sentir o frio na cara!
...gosto de sentir este friozinho na barriga! :)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Dá-me o sinal…

Dá-me o sinal,
que tanto busquei e esperei,
olhos no horizonte do meu tempo,
e o coração no tempo que eu passei,
peito franqueado
à nova esperança!


Dá-me o sinal,
É tão importante saber,
que não estarei só,
que não serei sempre tão só!
Sequer por um instante
no desfraldar do amanhã.
dá-me o sinal…

Preciso tanto!!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Der Kuß

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O’Neill



Um beijo... intenso, romântico, terno
uma obra para se apaixonar!

Já li de tudo sobre esta obra e não entendo o porquê de se querer dissecar todos os possíveis pormenores que o autor possa ter querido transpor neste “Beijo”.
Nao me cabe a mim interpretar??

Entre outras coisas, ...há quem por aí afirme que a mulher não esta receptiva ao beijo. A intenção do homem é puramente sexual, e a mulher simplesmente não esta para aí virada. Que o facto de ter a boca fechada quer dizer que não está de todo receptiva, ...

POR FAVOR!!!!!!!
Mas o que importa isso??

O quadro é magnífico!!!
Permitam-me que o veja como um beijo doce, belo, terno, romântico, ...
Permitam-me que veja aqui um abraço que salva a sua amada de cair num precipício ...
Um beijo é isto!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

eu nao sei dizer...



O silencio, deixa-me ileso
E que importancia tem?
Se assim, tu ves em mim
Alguem melhor que alguem
Sei que minto, pois o que sinto
Nao é diferente de ti
Nao cedo, este segredo
E fragil e é meu

Eu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar

Quem te disse, coisas tristes
Nao era igual a mim
Sim, eu sei, que choro
Mas eu posso, querer diferente pra ti

Eu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar
E nao me perguntes nada
Eu nao sei dizer...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

TSF: Os Filhos da Solidão

«Eu fui o anjo do perdão para o meu marido». Aos oitenta anos, Maria chora pelo marido que, com a mesma idade, está a cumprir pena de prisão por agredir a mulher. Entre os crimes mais frequentes nesta faixa etária estão a violência entre cônjuges, e a praticada pelos filhos e pelos netos.

«A minha neta puxa-me os cabelos, chama-me nomes, atira-me contra o sofá, mas é a coisa que eu mais amo na vida», desabafa Milú.

Todos os dias, sem excepção, são registadas queixas de idosos vítimas de violência: filhos que batem nos pais, netos que agridem avós, idosos abandonados em hospitais, situações de negligência extrema, quase sempre vividas em silêncio e dor nos últimos anos de vida.

Muitos acabam por procurar a saída no suicídio.

Os Filhos da Solidão é uma grande reportagem de Ana Catarina Santos com sonoplastia de Mésicles Helin.

Ouça AQUI a reportagem áudio

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

eu nao sei falar de amor...

...e soubesse eu artifícios
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...

a timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...

e retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar

e o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar

UPA 2008


Alguem me ouviu(manten-te firme) - Boss AC + Mariza

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

apetece-me ouvir...

apetece-me sentir...
apetece-me!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

el tango...



...

um barco sem porto sem rumo sem vela ... cavalo sem sela
um bicho solto... um cão sem dono, um menino, um bandido
às vezes me preservo noutras suicido!

domingo, 26 de outubro de 2008

Caminando por la calle...



Ay duende del sur
que tu eres un ser mágico
con tu mirarda todo es mejor
andando despacito
mi cabeza vuela con vos
sintiéndote al pasar
dejándome llevar
crece en mi interior
hacia un lugar mejor
ay duende del sur.

Caminando por la calle yo tevi
caminando por la calle yo te vi
y un dia yo me enamoré de ti
y un dia yo me enamoré de ti.


Que suerte que te cruzaras por mi camino
señales, encuentros, caprichos del destino
olvidando lo demás
aprendiendo a caminar
crece en mi interior
hacia un lugar mejor
ay duende del sur.


Caminando por la calle yo te vi
caminando por la calle yo te vi
y un dia yo me enamoré de ti
y un dia yo me enamoré de ti.


Esperando al borde del rio
pa comerte el corazón
donde te lleva la corriente
quédate conmigo pa siempre
ay duende del sur.

Caminando por la calle yo te vi
caminando por la calle yo te vi
y un dia yo me enamoré de ti
y un dia yo me enamoré de ti.